Por que pequenas empresas desistem do comércio eletrônico

Antes fundamentais para as vendas online, atualmente os e-commerces correm um grande risco de cair em desuso, graças a um novo movimento que vem acontecendo na Internet

Se no passado ter um e-commerce para vender online era quase uma obrigação, hoje o cenário mudou completamente. Isso graças à ascensão das redes sociais, que cada vez mais dominam o fluxo de tráfego online.

Para se ter uma ideia, atualmente, os brasileiros passam, em média, mais de 3 horas por dia nas redes sociais. E se antes as pessoas acessavam o site de uma marca para depois clicar nos botões das redes sociais dela, hoje o processo é inverso: primeiro o usuário checa a rede social para, depois, se houver interesse, prosseguir para o site.

De acordo com Rafael Guandalini, especialista em Marketing Digital do Vitrine360, muitas pequenas marcas que entenderam este movimento estão aproveitando esta mudança para economizar com sites e lucrar com uma estratégia focada em vender apenas pelas redes sociais, em especial o Instagram.

Rafael relata que diariamente conversa com marcas que, ao invés de entrar na Internet através de um site, começam a partir do Instagram. Dessa forma, com baixo investimento, conseguem começar mais rápido, experimentar mais, testar mais e, sim, fazer muitas vendas.

“Damos consultoria para marcas de roupa que vendem 10, 20, até 30 mil reais por mês utilizando apenas o Instagram, e por enquanto não pensam em partir para um e-commerce próprio”

Além do baixo custo de entrada, outra vantagem do Instagram é que a plataforma está em constante atualização, com inserção de novas ferramentas que facilitam a interação entre os usuários. Além, claro, de ser uma das redes sociais mais acessadas do país.

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Redação Paraná em Fotos

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