1 de março de 2024
GERAL

Especialista indica 10 erros que impedem de vender mais no Google, Facebook, Youtube e Instagram

Anunciar on-line um produto ou serviço é algo crucial nos dias de hoje. O Brasil é o 5° maior usuário de internet do mundo, com 165 milhões de usuários, ficando atrás apenas da China com 1 bilhão de usuários, da Índia com 658 milhões de usuários, dos Estados Unidos com 307 milhões de usuários e da Indonésia com 204 milhões. Ou seja: existem milhões de pessoas que são potenciais clientes de negócios online e podem acessá-lo com apenas alguns cliques.
“Para quem está começando a mergulhar nesse universo dos anúncios on-line, infelizmente é comum cometer alguns erros que podem interferir nos resultados e não trazer os cliques desejados, impedindo o alcance de bons resultados na internet”, explica o especialista em anúncios online Tiago Tessmann.
Tessmann pontuou quais são os principais erros e como contorná-los da melhor maneira, afinal, o básico bem feito é suficiente para você gerar resultados.
1) Não ter uma landing page bem feita
A landing page, ou seja, a página criada para a venda de um produto específico, é responsável por atrair os clientes. Quando a pessoa clica no seu anúncio no Facebook, no Google, no Instagram, ele é direcionado para uma página. O que ocorre é que muitas vezes o potencial cliente é direcionado para a homepage de um site comum, ou uma página de contato, e isso não é indicado. Invista em uma landing page de alta conversão, que estimule a ação de quem clicou e chegou até ela.
2) Não instalar tag e pixel
Qual é o seu objetivo? Mais do que divulgar o seu negócio, é preciso que você tenha objetivos claros para delinear ações claras. Você quer vender ou captar leads? O pixel e a tag são importantes para colher os dados e métricas, além de auxiliar no momento de fazer ajustes e melhorias. Bem, os termos tag (para o Google Ads) e pixel (para o Facebook Ads), significam a mesma coisa: é um código que vai vincular a sua conta de anúncio ao seu site. Quando as tags e pixels são instalados, as plataformas conversam entre si, gerando mais resultados.
3)  Não criar público de remarketing
Desde o início, você precisa criar públicos de remarketing, mesmo que não anuncie no momento. Por exemplo: mesmo que você esteja agora anunciando somente no Google, é importante ter público de remarketing tanto no Google quanto no Facebook. Isso é crucial para que, quando você criar novos anúncios em qualquer uma das plataformas, ele já esteja inteligente para gerar resultados. E não importa qual o tamanho do investimento, mesmo que sejam R$ 5 por dia.
4) Não ter uma promessa ou oferta que motive a ação
A escrita persuasiva – ou copy – é um ponto muito importante e que nem sempre recebe a atenção devida. A comunicação focada na ação estimula, de maneira íntegra, a ação de quem está vendo o seu anúncio.
5) Não criar uma campanha no canal correto de vendas
Para quem é iniciante no mundo dos anúncios on-line, é muito importante identificar qual canal mais vai ajudar ou é mais fácil para gerar vendas e resultados. Com o lucro vindo desses anúncios, o próximo passo é expandir para outros canais. Existem diversos canais de vendas, como o YouTube, rede pesquisa (o buscador do Google), rede de display, discovery (em produtos do Google), Instagram, Facebook, entre outros. Para quem está começando, a dica é dominar primeiro uma única ferramenta para depois expandir.
6) Não ter uma estrutura de campanha
A estrutura de campanha é pensada em níveis: nível 1, que é chamado de campanha e onde são feitas as configurações gerais; nível 2, o conjunto ou grupo de anúncio, que servem para tornar os anúncios mais específicos e direcionados; e o nível 3, que são os anúncios propriamente ditos. Ou seja: é importantíssimo que a plataforma seja orientada corretamente sobre os seus objetivos, desde o primeiro nível, para que os anúncios sejam adequadamente segmentados e tragam bons resultados.
7) Não criar anúncios realmente persuasivos
O anúncio é o primeiro impacto que a pessoa vai receber na internet. Por este motivo, é de altíssima importância criar um texto chamativo, interessante e que prenda a atenção da pessoa que vai bater o olho no anúncio, que a motive para uma ação. Se o texto não prende a atenção, é muito fácil que a pessoa passe por ele sem clicar, e isso claramente compromete o alcance de bons resultados, trazendo baixas taxas de clique.
8) Não criar vídeos para os anúncios
É um fato: vídeos são ótimos para conversão, seja no YouTube, no Facebook ou no Instagram. Os cliques de campanha de anúncio de vídeo são mais qualificados, ou seja, se você optar por apenas uma foto, a pessoa não vai de fato consumir nada seu, o que podemos considerar como um clique menos qualificado. Se há o interesse de assistir ao vídeo e clicar, a chance de conversão é muito maior. Vídeos geram mais conexão, geram público de remarketing, qualificam o clique e deixam a sua marca mais conhecida.
9) Não conhecer seu público comprador e errar na segmentação
Quando você conhece o seu público com profundidade, tudo fica mais fácil. Você começa a encontrar segmentações inexploradas e é ali que está a escala. Quanto mais amplo o termo/a palavra-chave, mais você disputa cliques com outros anunciantes e mais caro fica. Quanto mais você sabe o que seu público deseja e procura, mais se torna possível sair do óbvio e se destacar no seu segmento.
10) Não ter um funil de métricas
O funil de métricas é, basicamente, o funil que o seu possível cliente vai percorrer até a finalização da conversão. As etapas desse funil são a impressão, quando há o primeiro contato com o anúncio, depois o clique, quando a pessoa entra na sua página para saber mais, o lead, quando há o clique no botão para comprar ou a conversão do lead para posterior venda, e a conversão final.
Importante lembrar que as primeiras campanhas de quem está iniciando nos anúncios on-line não terão a melhor performance. Isso ocorre porque a campanha acaba de ser criada e precisa rodar, aparecer, para que então você possa descobrir o que precisa melhorar e ajustar para obter resultados cada vez mais assertivos.

– Liberação de imprensa