25 de fevereiro de 2024
Economia

Vendas de medicamentos analgésicos crescem 42% no Brasil

Um levantamento do hub de negócios da saúde e bem-estar, InterPlayers, aponta que as vendas de medicamentos analgésicos cresceram 42% em 2022 no Brasil, em comparação ao ano anterior.
A pesquisa mostra ainda que o Distrito Federal impulsionou o aumento, com salto de 219,3% no último ano. A segunda maior alta foi registrada no estado de Goiás, com 84%, seguida do Rio de Janeiro, com salto de 53,5% e do estado de São Paulo, com 15%.
Acre e Roraima foram os únicos estados com diminuição nas vendas dos medicamentos, com queda de 52,3% e 19,7%, respectivamente.
A pesquisa, baseada em números do próprio banco de dados da InterPlayers, também revela que, na análise geral, os estados de São Paulo e Minas Gerais seguem como líderes de venda dos medicamentos.
Os analgésicos são os remédios mais comprados em farmácias sem prescrição médica. Podem englobar incômodos cotidianos, como cólicas e dores musculares. Uma pesquisa realizada pelo ICTQ (Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade) mostra que as recomendações de terceiros, como familiares, amigos e vizinhos compreendem respectivamente 68%, 41% e 27% das vendas e de balconistas de farmácia correspondem a aproximadamente 48%.
“Entre os fatores relacionados ao aumento de vendas, pode-se destacar o nível de investimento realizado pela indústria e a popularidade desses medicamentos. Dores comuns podem ser resolvidas com determinados remédios que crescemos vendo e ouvindo nos noticiários, por exemplo”, explica Ilo Aragão de Souza, gerente de inteligência comercial da InterPlayers.
Vendas de medicamentos analgésicos no Brasil
Crescimento comparando janeiro a novembro/21 com janeiro a novembro/22 (YTD): 43%.
Crescimento nos últimos 12 meses, comparado ao mesmo período no ano anterior (VARIAÇÃO MOVEL): 42%.
  • Foram considerados dados de valores, então houve aumento nas vendas.
Líderes de venda: SP e MG.
Maior crescimento após os líderes: RJ e GO.
Quedas: RR e AC.

– Liberação de imprensa